
Desde o começo dos tempos pessoas já procuravam por conforto e guia de um poder elevado em tempos de necessidade.
Através da oração nós procuramos comunicar com o divino muitas vezes pedindo ajuda para diminuir o sofrimento que nós ou pessoas ao redor de nós experimentamos.
De acordo com antropólogos a oração foi praticada por sociedades humanas por milênios.
Alguns textos escritos que têm 5.000 mil anos de idade mencionam o uso de diferentes formas de oração.
A maioria das religiões ou crenças praticam a oração de uma forma ou de outra.
Existem muitas formas de orar, algumas praticam a oração através da repetição de um mantra, e alguns usando rosários. No Tibete, orações são escritas nas bandeiras permitindo que o vento
carregue elas para as orelhas do céu.
Algumas crenças têm orações específicas para situações específicas, enquanto outros praticam oração em um grupo durante certas horas do dia.
Têm tido um interesse científico crescente na área de "oração de intercessão" ou oração distante: que é, quando uma pessoa ora pelo benefício de outro indivíduo localizado em um lugar diferente.
Têm tido numerosas experiências e estudos neste assunto por universidades e instituições médicas.
Uma das pesquisas de estudos mais reconhecidas nessa área foi conduzida pelo Dr. Randolph C. Byrd. Sua pesquisa envolveu 393 pacientes que foram internadas no Hospital Geral da Unidade Intensiva Coronária de São Francisco na Califórnia, EUA.
Os pacientes foram divididos ao acaso em dois grupos. Um grupo tinha entre três a sete pessoas orando, por eles, enquanto o outro grupo não havia ninguém orando por elas. Aos intercessores foram dadas o primeiro nome e a condição médica do paciente. Isso foi um estudo duplamente-cego que significa que os pacientes não sabiam que eles estavam sendo orados por alguém, nem os médicos sabiam. Isso é importante em experiências científicas para a segurar a validade dos resultados sem a possibilidade de influência.
Os intercessores faziam orações diárias e pediam pela "ajuda rápida e prevenção de complicações e morte."
Os resultados desta experiência publicado no "Jornal da Medicina do Sul" mostrou das seis categorias de resultados, os pacientes que foram "orados por" foram melhores do que o grupo "não orado por"
O Dr. Byrd concluiu: "baseados nestes dados, parecia ter um efeito, e aquele efeito foi presumido a ser benéfico."
Em outra experiência, O Dr. William S. Harris e sua equipe estudou pacientes que foram internados no Instituto do Coração de Meio-América em Kansas City, EUA.
Essa experiência foi também duplamente-cega e foi envolvido 990 pacientes. Os intercessores eram de varias denominações cristãs. Somente contaram a eles os nomes das pessoas quem eles estavam "orando por", mas não das condições médicas. Os resultados desta experiência apoiou os resultados do Dr. Byrd.O grupo "orado por" tinha menos complicações durante a estadia no hospital.
Em Israel, o professor Leonard Leibovici do Centro Médico Rabin conduziu uma experiência nos efeitos das orações de intercessão nos pacientes com infecção na circulação de sangue. Esse estudo foi o único que as orações foram ditas de forma retroativa, que é, 4 a 10 anos depois dos pacientes terem sido diagnosticados no hospital.
O professor Leibovici comentou: "Como nós não podemos supor que o tempo é previamente determinado e linear, como nós observamos, ou que Deus é limitado por tempo linear como nós somos, a intervenção foi feita 4 a 10 anos depois da infecção dos pacientes e hospitalização."
Para esse estudo ao acaso duplamente-cego 3.3393 pacientes adultos foram participantes da pesquisa.
Análises estatísticas demonstram que oração intercessoras retroativas foi associado com uma estadia mais curta no hospital e uma duração curta da febre. Eles também tinham uma taxa de mortalidade menor. O professor Leibovici sugeriu que a oração seja usada em conjunto com o padrão de cuidados médicos, como são ambos efetivos e econômicos.
Além disso ele apontou que o mecanismo por qual orações funcionam não são conhecidos mas isso não elimina a validade das descobertas. Ele acreditava que a ciência irá descobrir uma resposta no futuro, justamente como o mecanismo por qual limões curavam escorbuto não era conhecida naquela época. Isto foi descoberto bem depois a ser devido ao ácido ascórbico presente nas frutas cítricas.
Em mais uma outra experiência envolvendo 40 pacientes de Aids, o Dra. Elisabeth Targ no Centro Médico Pacífico da Califórnia em São Francisco, conduziu um estudo de 6 meses para medir os efeitos da oração e intenções.
Todos os pacientes tinham uma contagem de CD4+ similar, que significa que os sistemas de imunidade estavam operando em níveis relativamente iguais. Eles também tinham idades e fase de progresso da doença igualmente parecidas. Os pacientes foram então divididos entre dois grupos. Ambos receberam a medicação padrão para Aids, mas somente um dos grupos "foram orados por".
Novamente, essa experiência duplamente-cega: nenhum dos profissionais de cuidados da saúde e nem os pacientes sabiam que estavam sendo "orados por" um grupo diverso de pessoas de diferentes crenças religiosa, de rabino e nativos americanos. Todos oravam para um grupo de pacientes.
Os resultados mostraram que o grupo "orado por" tinham menos doenças ligado a Aids e havia solicitado menos visitas do médico e hospitalizações. O grupo "orado por" também tinha melhoras mais altas de humor.
Existe muitas pesquisas mostrando os efeitos benéficos da oração numa variedade de doenças e condições próprias. A oração também foi provado que melhora o humor em pacientes com doença terminal.
Experientes no assunto dizem que a oração ou repetindo mantras realmente induz um estado de mente causando a liberação de endorfinas. Este estado meditativo também foi observado que reduz a pressão sanguínea e os níveis de colesterol.
Em um estudo executado pelo Dr. Luciano Bernardi, professor Associado de Medicina Internacional Universidade de Pavia Itália, foi mostrado de uma forma experimental que a repetição da oração Ave Maria ou o mantra loga causou uma respiração diminuída, que é benéfico a pacientes de coração. Um impulso no humor psicológico nos participantes também foi relatado.
Um último estudo recebeu uma atenção considerável do cardiologista Dr. Mitch Krucoff, do Centro Médico da Universidade Duke. Ele conduziu um estudo em 150 pacientes submetidos a uma cirurgia chamada angioplastia. Isso envolve alargando ou abrindo a artéria estreita conduzida ao coração.
Os pacientes foram divididos em cinco grupos. Um dos grupos somente receberam a cirurgia enquanto os outros quatro grupos receberam diferentes tipos de terapia mental ou alternativa.
A palavra ""noitic" deriva de uma palavra Grega antiga, "nous" que refere-se ao conhecimento interior ou consciência intuitiva. Uma dessas terapias ora a oração de intercessão. Os intercessores eram pessoas de várias crenças, incluindo Budistas, Cristãos, Judeus e Moravianos.
Foi constatado que pacientes que receberam terapia mental e alternativa tinham uma redução de 25 a 30% em resultados adversos. Fora disto, foi notado que de todas as terapias, aqueles que recebiam oração ficavam melhores que todos os outros.
Resultados de uma apuração conduzida pela CBS uma das principais rede da televisão Americana, mostrou que 80% dos americanos acreditavam que oração cura, e que 63% acreditavam que médicos deveriam orar pelos seus pacientes.
Em uma palestra pública em1999 na cidade de Sofia, Bulgária, a Mestre Ching Hai falou sobre o poder de amar e pensamentos positivos.
"Pensamentos amorosos e pensamento positivo sempre faz a atmosfera mais brilhante, e mais positivo, mais amoroso. Se mais pessoas têm o mesmo pensamento, melhor a influência. Mais concentrado a pessoa é mais influência. Então na verdade se nós quisermos ter uma influência energética sobre alguma coisa, sobre algum assunto, nós temos que nós mesmos juntar essa força de concentração dentro de nós, concentrar nesse poder de Deus dentro de nós primeiro, ou nós temos que saber como, e depois nós podemos direcionar esse poder de Deus para influenciar o mundo"
Obs: Este texto eu tirei de um vídeo. Por favor não me cobrem se a tradução não estiver 100%.
Abraços a todos
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Estudos científicos sobre o poder da oração e da intenção
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Minha vida - Uma história

Por: Eglitz
Se acreditarmos em um mundo invisível, lindo, com muitos anjos ao qual chamamos de céu; automaticamente, estaremos dando margem a nossa mente acreditar em um outro mundo também invisível, mas com seres horripilantes e maus que vivem em um lugar chamado inferno.
Mas não necessariamente tem que ser assim. Pelo menos, não era assim comigo até os meus seis anos. Até então, na minha forma inocente de ver as coisas, eu acreditava que existia somente o céu, onde tinha aquele ser justo e bom, ao qual a minha mãe havia me ensinado a rezar.
Íamos a missa todos os domingos por que a Igreja era longe de onde morávamos. Ali o padre ensinava todas as crianças a rezarem e a cantarem hinos de louvor. Hoje, já a bastante tempo daquela época, ainda lembro quando cantávamos: “Mãezinha do céu, eu não sei rezar....”
E ainda lembro de uma oração que a minha mãe me ensinou, que eu pronunciava apenas algumas palavras: “Santo Antônio pequeninho, me coloque em bom caminho..”.
Mas a crença saudável ia desaparecendo, na medida que eu escutava aqui e ali, as prosas e lorotas dos adultos. Fui descobrindo através dos meus ouvidos sempre bem atentos, que não existia somente o céu, mas também um inferno.
Até então, o meu mundo inocente e paradisíaco, havia sido intocável. O meu sono era tranqüilo e nada poderia me trazer medo. Até o momento em que todas as sombras que pairavam sobre as cabeças dos adultos começaram a denegrir o meu céu.
Em um piscar de olhos o mundo infernal das assombrações começou a invadir a minha mente. Fiquei sabendo em uma noite escura, depois de ouvir os gritos de socorro do meu tio, que havia um lobisomem que atacava qualquer um que passasse por ali em determinada lua.
Atrás de nossa casa havia uma caverna a qual diziam que era um portal para um mundo desconhecido. Ao escurecer de determinados dias, descia da caverna uma carroça de bois com sinos no pescoço.Eu nunca vi essa carroça, mas os sinos eu escutava. Muita gente juravam que já a haviam visto.
Mudamos daquele lugar. Meu pai acabou comprando terras em uma outra localidade distante dali. Mas como quase todo o lugar tem a sua história ou sua lenda, esse também tinha. Logo de chegada, fiquei sabendo de alguns moradores antigos do lugar, que algumas pessoas que moraram por ali, haviam visto o próprio demônio em pessoa passar por aquelas estradas de chão batido. Que ele havia percorrido cada palmo daquele lugar, por isso que existiam ali muitas assombrações.
Entre dois riachos distantes mais ou menos uns seiscentos metros um do outro, que cortavam as estradas, diziam que aconteciam coisas incríveis. Caveiras se arrastavam, e impediam qualquer um de passar por ali. E em alguns dias, uma mula sem cabeça que conduzia um rapaz que soltava gritos de pavor, era puxada por uma velha. Qualquer um que ousasse passar por aquela estrada era barrado.
Em seguida ao último riacho, havia uma esquina que formava - por causa de um atalho - um coração. Ali diziam que muitos haviam visto algumas coisas estranhas também. Meus irmãos e meus primos passaram por ali em uma noite, e viram um ser descomunal passar voando por sobre suas cabeças soltando gritos apavorantes.
Em alguns dias quando estava escurecendo, podia-se ver uma mulher que chorava, com um pano na cabeça cruzar naquela esquina para dentro de um mato em umas das margens da estrada.
Em frente as nossas terras tinha um campo imenso, onde havia resquícios de moradias no passado. Velhas taperas com arvoredos. Era fácil saber quando se tinha encontrado um lugar em que havia morado alguém. Era comum as pessoas plantarem laranjeiras ao redor de suas casas, e quando encontravam-se laranjais, era certo que ali havia sido uma moradia no passado.
Mas o que eu quero frisar é como uma mente inocente sem maldade alguma, pode ser corrompida, contaminada, pelos medos propositadamente impostos, e histórias que vão sendo contadas por adultos que não têm um pingo de consciência do grande mal que
ocasionam na mente de uma criança.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Uma informação por favor.

NUNCA SUBESTIME A "MARCA" QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS.
Quando eu era criança, bem jovem ainda, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém.
Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal.
O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse.
"Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.
Minha primeira experiência pessoal com esse gênio na garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo.
A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia.
Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido até que pensei: "O telefone!"
Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente à cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse:
"Uma informação, por favor".
Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido.
"Informações.“
"Eu machuquei meu dedo...", disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência.
"A sua mãe não está em casa?", ela perguntou.
- "Não tem ninguém aqui...", eu soluçava. "Está sangrando?"
- "Não", respondi. "Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo..."
-"Você consegue abrir o congelador?", ela perguntou. Eu respondi que sim.
- "Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo", disse a voz.
Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo.
Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Filadélfia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática.
Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas.
Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido.
Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável.
Eu perguntava: "Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente, para no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?"
Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente:
"Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também..."
De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.
No outro dia, lá estava eu de novo. "Informações.", disse a voz já tão familiar.
"Você sabe como se escreve 'exceção'?"
Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacifico.
Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga.
"Uma informação, por favor" pertencia aquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.
Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Freqüentemente,em momentos de duvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.
Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho.
Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos. Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos.
Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi:
- "Uma informação, por favor."
Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo: "Informações."
Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: "Você sabe como se escreve 'exceção'?"
Houve uma longa pausa.
Então, veio uma resposta suave: "Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul." Eu ri.
"Então, é você mesma!", eu disse. "Você não imagina como era importante para mim naquele tempo."
- "Eu imagino", ela disse. "E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse."
Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.
- "É claro!", ela respondeu. "Venha até aqui e chame a Sally.“
Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu: "Informações.
" Eu pedi para chamar a Sally.
"Você é amigo dela?", a voz perguntou.
- "Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul."
"Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas.“
Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou:
- "Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?
- "Sim.“
- "A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você."
A mensagem dizia:
"Diga à ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender."
Eu agradeci e desliguei.
Eu entendi...
NUNCA SUBESTIME A "MARCA" QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS
Recebi por email da amiga Heidi
Vícios de linguagem
O pleonasmo pode ser a repetição desnecessária de um termo ou uma idéia, então se chamaria "vicio de linguagem".
Ou, então quando tentamos dar força, colorido, intensidade e beleza a uma frase, aí ele seria chamado de "Pleonasmo figura de linguagem".
Na realidade o Pleonasmo não é nada mais que o uso de expressões redundantes.
Veja o vídeo abaixo e aprenda de forma bem humorada quanta redundância praticamos e ouvimos praticá-las no nosso dia a dia.
sábado, 9 de agosto de 2008
Menino chora ao cantar Amazing Grace
Por que será que algumas músicas mexem tanto com as nossas almas, quando as ouvimos?
Será porque foram feitas em um momento crucial?
É assim quando ouvimos "AMAZING GRACE". É impossível não sentir nada quando ouvimos este hino.
John Newton transportou muitas cargas de escravos africanos trazidos à América no século 18.
No mar, em uma de suas viagens, o navio enfrentou uma enorme tempestade e afundou. Newton
ofereceu sua vida à Cristo, achando que iria morrer. Após ter sobrevivido, ele se converteu e começou a estudar para ser pastor. Nos últimos 43 anos de sua vida ele pregou o evangelho em Olney e em Londres. Em 82, Newton disse: "Minha memória já quase se foi, mas eu recordo duas coisas: que eu sou um grande pecador, e que Cristo é meu grande salvador!"
No túmulo de Newton, lê-se: "John Newton, uma vez um infiel e um libertino, um mercador de escravos na África, foi, pela misericórdia de nosso senhor e salvador Jesus Cristo, perdoado e inspirado a pregar a mesma fé que ele tinha se esforçado muito por destruir."
O seu mais famoso testemunho continua vivo, no mais famoso das centenas de hinos que escreveu: Amazing Grace!
Fonte:
Mas o que será que diz a letra?
Quando a lemos parece ser mais um dos salmos da Bíblia. Mas quando ouvimos, não deixa de nos passar certa emoção.
A letra de:
AMAZING GRACE
Maravilhosa Graça, quão doce é o som
Que salvou um náufrago como eu
Uma vez estive perdido, agora eu me achei
Eu estava cego, mas agora eu enxergo.
Quando estivemos lá há 10 mil anos
Luz brilhante como o sol
Não tivemos menos dias para cantar e louvar a Deus
Do que quando, quando começamos pela primeira vez
Muitos anjos falsos e desperdiçados.
Eu já abaixei
Este rosto e me penitenciei. Ele nos salvou através de
Vossa Graça interminável e me deixará inteiro...
Maravilhosa Graça, quão doce é o som
Que salvou um náufrago como eu
Uma vez estive perdido, agora de certo eu me achei
Eu estava cego, mas agora eu enxergo.
Menino não resiste e chora ao cantar.
Veja no vídeo a seguir quando um menino cantou "Amazing Grace"
AMAZING CRACE cantada na voz de Nana Mouskouri
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Artistas piratiados - Quando o mal é bom e o bem é ruim.

Parece que a luta do bem contra o mal não existe só na crença religiosa e nem só na arte abstrata da imaginação. É sim uma realidade da existência humana, mesmo que o "bem e o mal" sejam passíveis de uma relatividade muitas vezes não analisada de forma razoável por nós.
Faço esse comentário, para referência ao assunto "PIRATARIA".
As leis e regras são feitas para serem obedecidas. Quando desobedecidas, são aplicadas as devidas penas pelas suas transgressões.
A pirataria se enquadra naquilo que as leis chamam de contravenção. Mas têm muita gente que discorda disso. Até mesmo alguns que a princípio, deveriam ser peremptoriamente contra, a aceitam dizendo que ela até pode ajudar no caso daqueles artistas que estão começando. Aquilo que é propagandeado como ruim é aceito como bom, e o que é dito que é bom e legal, é aceito como ruim.
A seguir vou transcrever alguns comentários que li em algumas páginas na internet.
"Não são os artistas que perdem com a pirataria. Nunca vi nenhum artista desses conhecidos ficar pobre, aliás, desde que surgiu o escândalo do Napster que eles não param de enriquecer, engordar, e emagrecer com aquelas super-dietas e plasticas para as quais só eles têm dinheiro.
Há uns tempos em uma entrevista com os "Velvet Revolver" em que o repórter perguntou ao vocalista se eles não se importavam com a treta dos mp3 e os "Direitos de Autor", e ele respondeu:
"Não. Nos ganhamos dinheiro suficiente com os espetáculos."
Velvet Revolver é uma banda americana de grunge, que surgiu a partir dos ex-membros da banda Guns N' Roses.
"Os Direitos de Autor só servem para prevenir um "dito" artista de plagiar outro artista e de lucrar com isso, porque não punem os DJ's que passam a vida a fazer versões personalizadas de músicas de outros artistas?"
"Porque que é que não punem os fabricantes de leitores de MP3? "
Em uma pergunta aos integrantes de uma banda se eles baixavam mp3 da
internet, responderam com unanimidade que baixavam, e ainda complementaram:"A pirataria favorece as bandas que estão começando"
Uma pergunta ao líder de um grupo que vende os seus trabalhos deforma independente:
Vocês já recusaram convites de quantas grandes gravadoras?
Olham só o que ele respondeu:
"Recusamos propostas de todas as grandes gravadoras. Eles queriam comprar nosso projeto, com um contrato para dois anos. Eu questionei se eles venderiam nosso CD a 5 reais e a resposta foi que isso é muito complicado. Eles alegaram que o custo de venda a 40 ou 50 reais, é por causa do custo de promoção e produção do CD. Eu perguntei também se eles disponibilizariam as músicas na internet e eles também acharam complicado. Então eu disse "muito obrigado, um grande abraço e tchau".
Fernando Anitelli e sua trupe.
Um comentário no Mente positiva:
Fala sobre as "Contas da pirataria"
As notícias que os meios de comunicação social, SPA, e até a própria polícia divulga, falam em prejuízos de milhares de Euros para as editoras.
O princípio para o cálculo destes números são totalmente errados:
1. Parte-se do princípio que se o download não fosse feito, por exemplo, um disco era vendido. O que não é verdade. Creio que maioria das pessoas que copia um álbum, não o compraria, nem o ouviria sequer.
2. Não faz sentido pensar em prejuízos sequer. O que existe é uma perda de lucro. A
editora/distribuidora, não gastou cds, nem plástico para as caixas, nem papel para a capa/livrinho de letras, nem teve que transportar nada, nem faturar nada. Não pagou sequer os direitos ao autor.
Há sim uma vitimização excessiva.
"O que os donos da grana tem que botar na cabeça é que a maioria dos brasileiros ganha salario minimo, isso os que tem emprego. O resto ganha o que dá. e o brasil não pode ser medido pelos jardins paulistanos, a zona sul carioca e as mansões do lago sul de brasília. A grande maioria aqui vive na linha de pobreza, mas também quer ter acesso aos bens de consumo. todos iam ganhar com a redução de preços e impostos"
"A pirataria não vai acabar nunca , com o avanço da tecnologia então , tudo é muito fácil de se clonar. Toda a questão de copyright vai ter que ser repensada , e as mega corporações que se virem pra achar um caminho de proteger as suas criações enquanto choram a perda de bilhões - (conquistados a custo duvidoso ?)
A China despeja rios de pirataria pela América latina , sudeste asiático , africa , leste europeu , e a Rússia não fica atrás . Isso sem falar nas trocas via rede .
Essa é a nova ordem mundial , não tem mais volta , nem choro , nem pra onde fugir ; e questões éticas a parte , tudo terá que ser pensado a partir disso. E a quebradeira vai ser grande. O mercado das gravadoras está em vias de se extinguir , e isso é só o começo. É mesmo assustador o capitalismo se sustentar em alicerces tão frágeis .
Há uns anos atrás tive o projeto de uma lojinha de cds de rock alternativo , e hoje isso seria meu pior pesadelo de falência .
O mundo mudou demais com a tecnologia digital , e a cobra mordeu o próprio rabo."
Leia mais:
O argumento mais usado contra a pirataria é o de que os artistas perdem dinheiro com
ela. O que você acha?
"Está errado. Não há um único estudo que mostre que os artistas realmente perdem dinheiro com a troca de arquivos. Na verdade, há pesquisas que mostram justamente o oposto. A razão pode ser que as gravadoras perdem dinheiro, não os artistas. Mais pessoas consomem música e mais pessoas vão a shows do que antes. Sem falar nas outras mercadorias - com as quais os artistas normalmente conseguem acordos melhores do que nos selos em que estão."
Aqui:
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Um gigantesco impacto como nunca visto no sistema solar...

Um gigantesco impacto como nunca visto no sistema solar pode ter tirado parte da superfície do hemisfério norte do planeta Marte.
Um conjunto de cálculos feitos por Jeffrey Andrews-Hanna, do Massachusetts Institute of Technology, e colegas, oferece agora uma forte evidência de que isso possa ter ocorrido, formando uma cratera quatro vezes maior do que qualquer coisa antes visto no nosso Sistema Solar. Usando dados das sondas Mars Reconnaissance Orbiter e Mars Global Surveyor, sua equipe conseguiu traçar o formato da cratera, uma elipse com 10.500 km de comprimento e 8.500 km de largura --maior do que Europa, Ásia e Oceania juntas.
Andrews-Hanna é autor de um dos três estudos que defendem a teoria da megacratera, publicados na revista "Nature" (www.nature.com)
Margarita Marinova, do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia), usa o computador para simular como deve ter sido a colisão. Segundo ela, o objeto que se chocou com Marte tinha cerca de 2.000 km de diâmetro - era maior que Plutão.
Veja no video a simulação feita por: Margarita Marinova
Fontes:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u416276.shtml
http://www.nature.com/index.html